A exposição Arquitetura Vazia/Lugares (in)comuns é uma série de fotografias que dirige o olhar do espectador para lugares esquecidos, cuja existência e materialidade nem se consegue reconhecer.
A Chamada já diz tudo, e quer saber mais ? Então vai no Blues Velvet ver as fotos do Carlos Guilherme Hünninghausen, que estão expostas lá. Esses retratos já estiveram expostos na Galeria Municipal de Arte Pedro Paulo Vecchietti, também no centro de Florianópolis, e agora aparece no circuito cultural underground.
Eu não vou colocar aqui nenhuma foto, até pq eu não fiz nenhum registro dessas fotos, e não quero copiar a única que achei na internet. melhor vc ir ver com os próprios olhos.
Desde minha primeira visita ao Blues Velvet, esta já é a segunda vez que são expostos trabalhos de arte por lá, o lugar realmente é parte do cenário Artístico Underground Urbano de Floripa.
onde? : www.bluesvelvet.com.br
Sexta-feira, Novembro 30, 2007
Quinta-feira, Novembro 29, 2007
Figueirense encerra temporada caseira.
E o Figueirense encerrou os jogos em casa pelo Brasileirão 2007, com uma bela vitória sobre a equipe do Náutico, 2x0. Eu me fiz presente:

Foto do pré jogo da turma da finet; www.figueirense.net.
Que mais sobre o jogo ? Figueirense 2x0 Naútico; Finet.

Foto do pré jogo da turma da finet; www.figueirense.net.
Que mais sobre o jogo ? Figueirense 2x0 Naútico; Finet.
Mais cupins!! Muitos!!!
Hoje está como estava antes de ser chamada a "empresa descupinizadora". São muitos. Mato um e aparecem seis.
Sabe qual foi a resposta da "empresa descupinizadora"? Que pode aparecer uns vivos ainda... que se, em até dois meses, não sumirem, que vão fazer uma nova aplicação do produto.
Ah, sim! Esvazio TODO o quarto para eles encherem de veneno malcheiroso, aguardo uma semana até a faxineira vir, mais uns dias pro cheiro ficar menos forte, a ponto de poder dormir... e depois tenho que ficar mais dois meses com cupins vivos comendo tudo até eles virem de novo e tirar tudo de novo?? VÃO À MERDA OS CUPINS E ESSA DESCUPINIZADORA DE MERDA!
Sessão desabafo da vontade: para cada cupim que aparece vivo tenho vontade de pegar o dono da descupinizadora, enfiar no cu dele um guarda-chuva fechado e tirá-lo aberto.
Sabe qual foi a resposta da "empresa descupinizadora"? Que pode aparecer uns vivos ainda... que se, em até dois meses, não sumirem, que vão fazer uma nova aplicação do produto.
Ah, sim! Esvazio TODO o quarto para eles encherem de veneno malcheiroso, aguardo uma semana até a faxineira vir, mais uns dias pro cheiro ficar menos forte, a ponto de poder dormir... e depois tenho que ficar mais dois meses com cupins vivos comendo tudo até eles virem de novo e tirar tudo de novo?? VÃO À MERDA OS CUPINS E ESSA DESCUPINIZADORA DE MERDA!
Sessão desabafo da vontade: para cada cupim que aparece vivo tenho vontade de pegar o dono da descupinizadora, enfiar no cu dele um guarda-chuva fechado e tirá-lo aberto.
Terça-feira, Novembro 27, 2007
O melhor para a sua cidade, não começa sempre pelo melhor pra você.
A tal da Adin impetrada pela Ufeco, morreu no 31 x 3, no TJ.
Isso é Floripa, o interesse particular sempre acima do interesse coletivo, a Ufeco, pisou na bola, desde o início.
entendendo:
O Figueirense FC pediu a regularização da área onde hoje é o estadío, junto ao atual Plano diretor, haja visto que o Plano diretor não deixava claro que o Estádio poderia estar ali, já estando há anos. Foi feito então um ajuste do Plano diretor para que o Estádio estivesse de acordo com o mesmo e vice versa. Assim o Clube poderia dar seguimento aos planos de modernização sem infrigir o plano diretor. O que havia no plano diretor antigo era um erro de zoneamento, que foi simplesmente... corrigido.
A partir disso, algumas pessoas resolveram questionar essa correção e criaram a tal da Ufeco para impetrar a ação direta de Inconstitucionalidade quanto a decisão da Câmara local de alteral o Plano diretor para comportar o atual estádio.
Prestando o serviço que presta a Florianópolis, o Figueirense deveria ter o apoio incondicional de todos os catarinenses, principalmente dos Florianopolitanos, mas o interesse particular não permite.
De acordo com a presidente da Ufeco, Angela Maria Liuti, a entidade vai aguardar a publicação do conteúdo da sessão no Diário Oficial para analisar as medidas que serão tomadas. Ela ressaltou que a comunidade do Estreito quer conhecer o projeto do novo estádio.Oras bolas, então como é que uma entidade, leia-se Ufeco, resolve defender a não realização de uma obra que sequer é de conhecimento da população mais interessada que todos, a comunidade do Estreito ???
Isso é Floripa, o interesse particular sempre acima do interesse coletivo, a Ufeco, pisou na bola, desde o início.
entendendo:
O Figueirense FC pediu a regularização da área onde hoje é o estadío, junto ao atual Plano diretor, haja visto que o Plano diretor não deixava claro que o Estádio poderia estar ali, já estando há anos. Foi feito então um ajuste do Plano diretor para que o Estádio estivesse de acordo com o mesmo e vice versa. Assim o Clube poderia dar seguimento aos planos de modernização sem infrigir o plano diretor. O que havia no plano diretor antigo era um erro de zoneamento, que foi simplesmente... corrigido.
A partir disso, algumas pessoas resolveram questionar essa correção e criaram a tal da Ufeco para impetrar a ação direta de Inconstitucionalidade quanto a decisão da Câmara local de alteral o Plano diretor para comportar o atual estádio.
Prestando o serviço que presta a Florianópolis, o Figueirense deveria ter o apoio incondicional de todos os catarinenses, principalmente dos Florianopolitanos, mas o interesse particular não permite.
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Domingo, Novembro 25, 2007
Quem é pior?
Bicho filho da puta que é o cupim. Tomaram conta da minha cama e estão comendo tudo. Nunca mais dormi sozinho. Entendo que é uma ótima cama, box padrão exportação, roupa de cama percal 180 fios, mas é minha, e não deles, porra!
Aí vem o dilema: quem é mais filho da puta, os cupins que comem minha cama e afins ou a empresa que cobra uma fortuna pra "descupinizar" e os bichos aparecem novamente? E olha que nem choveu pra ter revoada de cupim...
Aí vem o dilema: quem é mais filho da puta, os cupins que comem minha cama e afins ou a empresa que cobra uma fortuna pra "descupinizar" e os bichos aparecem novamente? E olha que nem choveu pra ter revoada de cupim...
Credo do Campeão
"Sou julgado não pelo número de vezes que fracasso, mas pelo número de vezes em que sou bem-sucedido. É por isso que, aconteça o que acontecer, eu continuo tentando..."
Como ser Promovido !!!!
"Quem trabalha muito, erra muito. Quem trabalha pouco, erra pouco. Quem não trabalha não erra. E quem não erra é promovido."Tenho recebido essa frase no rodapé de alguns e-mail. A frase responde a pergunta do título. ;p(Autor desconhecido)
Quinta-feira, Novembro 22, 2007
HEMOSC deixa de receber doações de sangue.
É sabido por todo camunidade catarinense, a grande dificuldade do HEMOSC em conseguir doadores de sangue. O HEMOSC tem feito inúmeras campanhas com o intúito de conseguir aumentar o volume de doações sanguíneas ao longo dos anos, mas um fato absolutamente inusitado, para o HEMOSC, ocorreu esta semana.
Em vista disto, O HEMOSC suspendeu temporariamente as doações até que o problema seja resolvido, ou o Zunino melhora, ou o HEMOSC consegue mais geladeiras.
ps: o label "só_rindo" é o label utilizado para marcar piadas. ou seja, isso é uma piada. ok ?
ps1: Bjãunzão pra Fernanda, que me mandou essa por e-mail, imagino que deva ter vindo da FINET, mas ela não citou a fonte.
"Pois é, pela primeira vez o HEMOSC está negando doações de sangue, pq com o atropelamento do Zunino, a grande torcida alvinegra quis ajudar o nosso querido presidente e agora tem tanto sangue, que está é faltando lugar para guardar."
ps: o label "só_rindo" é o label utilizado para marcar piadas. ou seja, isso é uma piada. ok ?
ps1: Bjãunzão pra Fernanda, que me mandou essa por e-mail, imagino que deva ter vindo da FINET, mas ela não citou a fonte.
Sábado, Novembro 17, 2007
Tropa de Elite dos Estudantes; a tese.
Melhor post até agora que eu li sobre o filme "Tropa de Elite": em NemoNox .
Meu comentário após ler o post: De forma geral, o filme.. não subiu. [risos]
Aproveito o post do Nemo, pra replicar o texto de Fábio Veronesi, que circulou por uma das listas que participo, numa verão inicial e depois foi reescrito pelo próprio Fábio, tendo o texto final a cara de uma Tese sobre o assunto. Acho a discussão absurdamente pertinente, e interessante, além de bastante importante para quem quer viver numa cidade melhor e fazer algo pra que isso aconteça.
Quero que fique claro, que eu não sou o autor do texto abaixo. Caso queiram entrar em contato com o Autor, dixe comentários com contato, que repasso em pvt.
TESE - TROPA DE ELITE DOS ESTUDANTES
- atacar as verdadeiras causas do problema do tráfico de drogas em nossa sociedade
Fabio Veronesi
Há muito tempo que a polícia militar ataca os estudantes. No Brasil e em todos os países do mundo onde há estudantes e há militares, os militares agridem, perseguem, torturam e matam os estudantes. Não é à toa. É famosa a cena onde se vê que um estudante sozinho, desarmado, parou uma fileira de tanques em plena praça pública, e isso não era um filme. Quando o Brasil era Colônia, os primeiros inconfidentes foram os estudantes. Quando o Brasil era um país escravocrata, os primeiros abolicionistas foram os estudantes. Quando o Brasil era uma monarquia, os primeiros republicanos foram os estudantes. Foram os estudantes que mais lutaram contra o regime de ditadura militar que tomou o poder no golpe de 1964. Eram estudantes os que pintaram as caras e saíram às ruas no impechment do presidente Collor. São estudantes que seguram os aumentos abusivos do preço das passagens de ônibus urbanos no Brasil inteiro, através do Movimento Passe Livre. São estudantes os monges de Mianmar que chamam a atenção do mundo para as atrocidades do regime de ditadura de seu país. Noticiou hoje, 23 de outubro de 2007, estudantes apanham da polícia militar nas ruas de Caracas por manifestarem-se contra a mudança das leis eleitorais que dariam ao presidente Hugo Chaves o direito de permanecer por doze anos no cargo, ou seja, está querendo se perpetuar no poder, se tornar ditador e os primeiros a protestar são os estudantes.
Estudante realmente é perigoso para o sistema. Estudante não se conforma e não apóia o autoritarismo, a pobreza, a fome, a miséria, a falta de educação e não só luta e se manifesta contra os governos que não atendem as necessidades das populações mais carentes, como ainda, inconformado organiza-se e tenta fazer por si só o que o Estado não faz. Os estudantes estão envolvidos em todos os movimentos sociais, manifestações e passeatas que lutam contra as atrocidades de nossos sistemas políticos. E, nesse papel, eles diversas vezes entraram em confronto com as polícias militares.
Estudante, no filme “Tropa de Elite”, é apresentado como alguém desconectado da realidade que merece apanhar da polícia porque fuma baseado, “e muitas crianças tem que morrer para cada baseado que ele fuma”. Esse é o principal argumento, várias vezes repetido ao longo do filme, que justifica como a polícia age com os estudantes.
Para não cair na armadilha ideológica por trás dessa distorção da realidade é preciso enxergar o fato de que as crianças das favelas morrem porque o Estado não lhes dá apoio, educação, possibilidade de emprego decente e de inserção social. Por isso que elas se marginalizam.
Se todas as pessoas que fumam baseado pararem de fumar, as crianças dos morros do Rio de Janeiro vão continuar apanhando e sendo mortas de forma violenta pela Polícia, porque vão precisar fazer assaltos, seqüestros, pirataria e outros crimes para sobreviver.
Se realmente queremos resolver o problema do tráfico de drogas em nossa sociedade precisamos focalizar a questão sobre dois pontos: a necessidade que os humanos tem de fazer uso das drogas e o motivo para proibição do Estado do uso de algumas delas.
O protagonista do filme passa o dia batendo, torturando e matando traficantes e usuários do que ele chama de “drogas”, e chega em casa, abre o armarinho do seu banheiro e toma comprimidos psicotrópicos para diminuir sua ansiedade.
Por um lado é preciso se falar abertamente e sem hipocrisia sobre o uso cotidiano que praticamente todas as pessoas da nossa sociedade fazem de algum tipo de droga, legal ou ilegalmente vendida, para superar os estresses e as dificuldades, o tédio e a depressão, de viver em nossas sociedades.
A experiência de alteração na percepção normal da realidade é naturalmente buscada por todos humanos. Toda criança brinca de girar sobre si mesma para ficar tonta de propósito, alterar temporariamente seu estado de equilíbrio, sua visão, sua percepção corporal e a forma de seus sentidos captarem as informações ao seu redor. Essa experiência ajuda a criança a compreender sua percepção do mundo e entender a si mesma como ser diferenciado.
Utilizamos drogas movidos pela curiosidade e coragem inerentes ao ser humano. Esse hábito humano é ancestral, se iniciou quando passamos a ser onívoros, ou seja, comermos de tudo: carne, ovos, peixe, vegetais, frutas, cogumelos, ... se ampliou quando controlamos o fogo e queimamos ervas. Nós – os humanos - consumimos drogas, das mais diversas formas – bebendo, comendo, fumando, cheirando, em rituais que fazem parte de nosso cotidiano de hoje, assim como estiveram presentes na história de todas as culturas e sociedades humanas espalhadas pelo mundo. Esse hábito nos ajudou a desenvolver a capacidade humana de sair da realidade objetiva das coisas que acontecem no mundo e refletir sobre elas, ou seja, a capacidade de pensar.
Agora, é preciso analisar quem é que se beneficia em transformar esse hábito humano ancestral de consumir drogas em um ato criminoso? Quem é que ganha com o fato de algumas drogas terem sua venda e consumo ilegalizado? Qual a lógica que transforma o ato de consumir drogas em um crime? Se uma pessoa mata outra, fica claro o mal que um cidadão fez ao outro e o motivo de isso ser um crime. Mesma coisa no caso do ato de roubar, enganar, violentar, etc. Mas, quem se droga só prejudica a si mesmo. Por que isso deve ser um crime?
Enquanto cidadãos, devemos nos perguntar: diante de tudo o que nossa sociedade perde com a guerra do tráfico, o que ganhamos com a ilegalidade do consumo de algumas drogas? Evitamos, ao menos, que as pessoas se tornem viciadas? - Não, a ilegalidade não evita que haja cada vez mais usuários da droga que é ilegalizada. Ao contrário. Legalizar drogas ilegais não ocasiona, em longo prazo, aumento de seu consumo e nem do número de pessoas que as consomem. Isso não é uma cogitação, basta ver o que aconteceu com o cigarro. Até a primeira metade do século passado, o cigarro, apesar de vendido legalmente, era moralmente proibido. Mulheres não fumavam em público. Filhos não fumavam na frente dos pais e outros moralismos estavam associados ao consumo do cigarro. Na segunda metade do século, o consumo de cigarro passou por um crescente processo de liberalização, até que seu consumo passou a ser permitido em qualquer lugar. Não só permitido como incentivado pela mídia. O resultado que vemos no início deste século é que, naturalmente, a quantidade percentual de fumantes vem diminuindo. O resultado da liberação do uso de cigarro ocasionou maior consciência da população sobre essa droga, muitos fumantes pararam de fumar, os que fumam passaram a aceitar a restrição do consumo em ambientes destinados a fumantes. A consciência sobre usar ou não drogas, quais tipos de droga usar e de quando usa-las, só pode acontecer de dentro para fora da pessoa. Não adianta impor, por força da lei, que as pessoas adquiram consciência. O número de viciados em cigarro vem diminuindo porque as pessoas podem fumar cigarros livremente, falar sobre isso com outras pessoas, discutir abertamente os males que o cigarro ocasiona, bem como dar assistência aos que ainda são viciados nela. Se queremos realmente diminuir o numero de viciados e dependentes em nossa sociedade, o único caminho é o de maior consciência sobre as drogas, os motivos que temos para usa-las e do perigo que toda droga tem de tornar-se vício e compulsão. A ilegalidade só dificulta o processo de desenvolvimento dessa consciência.
Então, quem ganha com o fato de proibirmos uns aos outros o consumo de certas drogas? Essa é a discussão ao se pensar nas crianças que morrem nas favelas. O que ganhamos e o quanto perdemos com a violência da guerra urbana do tráfico? Ou ainda, quem é que, afinal de contas, ganha alguma coisa com essa guerra em que todos perdemos?
A resposta surge clara: são os interesses das empresas que vendem armamentos e enriquecem com as guerras, que mantém o tráfico em todo o mundo, não só no Brasil. As indústrias de armas movimentam mais dinheiro do que as indústrias automobilísticas e influenciam as decisões dos governos de todo o mundo. Manter a ilegalidade de certas drogas é a forma de manter a guerra urbana em países que não estão em guerra com outros países. O “carro-chefe” dessa política são os Estados Unidos. Eles pregam o discurso anti-drogas por um lado e o discurso militarista de outro. Os seriados de tv estadunidenses do século passado já falavam de policiais heróis matando traficantes, de treinamento militar, de guerra, de esquadrões de elite e toda propaganda de louvor ao militarismo. Os Estados Unidos enriqueceram vendendo armas para abastecer as guerras mundiais.
Os únicos que ganham com o tráfico são os que ganham com a guerra.
O que nós, cidadãos, ganhamos fazendo guerra entre nós, nos matando uns aos outros, gastando o dinheiro dos nossos impostos com armas e não com escolas? E quais são os motivos que justificam tais irracionalidades?
Exemplos históricos mostram como rapidamente se acaba a guerra do tráfico com a legalização da droga traficada. Al Capone – o maior gangster de todos os tempos - era traficante de bebida alcoólica. Muita bala foi disparada, centenas de pessoas foram mortas na guerra entre policiais e gangsters, porque o governo do Estados Unidos manteve ilegalizado a venda e o consumo de bebidas alcoólicas por mais de trinta anos de sua história. Tomar uma cervejinha no fim do expediente era coisa de “usuário”. A “Tropa de Elite” daquela época ficou conhecida como “Os Intocáveis” – policiais acima do esquema de corrupção que girava em torno do tráfico de bebidas.
A legalização da venda e do consumo de bebidas alcoólicas fez ampliar na sociedade como um todo a discussão sobre os efeitos, os malefícios e as restrições ao consumo de álcool, bem como o apoio às pessoas viciadas e dependentes dessa droga. Ao invés do governo gastar enormes recursos com a compra de armas para guerra do tráfico, os nossos impostos são gastos em nosso próprio benefício com campanhas sobre o consumo consciente de álcool, a não associação de direção e álcool, etc. Dá para imaginar, hoje em dia, o absurdo que seria colocar nossa polícia para bater, prender e matar fabricantes, vendedores e consumidores de bebidas alcoólicas, criando uma guerra urbana baseada na proibição das pessoas tomarem sua cerveja, pinga, conhaque, uísque ou que bebida for? Qual seria o objetivo de tal irracionalidade? Não vejo outro senão o de fazer guerra em si, gerar violência, vender armas.
Da mesma forma, se as drogas ilegais fossem legalizadas hoje, toda violência associada ao tráfico cessaria amanhã. Essa guerra perderia o sentido. Criariam-se fazendas, fábricas e comércios com geração de empregos oficiais e pagamento de impostos, como se vê com relação ao tabaco, às bebidas alcoólicas, aos anti-depressivos e estimulantes vendidos em farmácias aos milhares.
O açúcar branco, consumido no mundo inteiro, é também uma droga. Ele é extraído da garapa da cana pelo mesmo processo que a cocaína é extraída da pasta de coca. Grande parte da nossa população é viciada em açúcar branco o que ocasiona altos índices de pessoas da população com diabete e excesso de peso. No séc. XV, quando o açúcar branco surgiu como novo produto e rapidamente passou a ser consumido em toda Europa, o ministério da saúde britânico constatou através de estatísticas o impressionante aumento do número de pessoas doentes associado à recente onda de consumo do açúcar branco e indicou ao governo que o consumo do mesmo deveria ser restrito por questões de saúde pública porque ele comprovadamente diminuía a capacidade do sistema imunológico das pessoas que o consumiam diariamente. A escravidão de milhões de africanos e indígenas para o trabalho nas plantações de cana nas colônias européias, se fez para alimentar o consumo compulsivo dessa droga. Os cristais de açúcar branco concentram grande quantidade de energia e, apesar de todo prazer envolvido no seu consumo, cada vez que o ingerimos, jogamos uma “bomba glicêmica” no nosso sangue, bem superior à capacidade de processamento natural do organismo. Não há como processar tanta energia em pouco tempo. O resultado é que adultos estocam cada vez mais energia em forma de gordura e as crianças, viciadas desde cedo, apresentam comportamentos de hiperatividade constante. Hoje, há um número crescente de crianças que são taxadas como “hiper-ativas” e obrigadas a se “tratarem” com uso de drogas psicotrópicas como a Ritalina. A maioria dos jovens que ocasionaram os massacres ocorridos nas escolas dos Estados Unidos tomava Ritalina, prescrita por médicos psiquiatras para o tratamento de transtorno de hiperatividade. Os Estados Unidos, maiores consumidores de açúcar do mundo, detêm o recorde mundial de crianças e jovens diagnosticados como “hiper-ativos” e de crianças, jovens e adultos com excesso de peso e obesidade mórbida em sua população.
Mesmo com tudo isso, há sentido em proibir o consumo de açúcar branco, transformando as fábricas, os vendedores e os consumidores de balas, sorvetes e chocolates em criminosos? Melhor e mais eficaz é ampliarmos a discussão sobre o uso excessivo e cotidiano de açúcar branco.
Além de todas essas questões sobre a ilegalidade ou legalidade da venda e do consumo de drogas em nossa sociedade e do uso consciente ou compulsivo que fazemos delas, o fato de afirmar, como o filme faz, que “estudante é aquele que fuma baseado” é um grande clichê, um preconceito, uma forma rasa de ver as coisas. É a mesma coisa que dizer que “alto executivo é aquele que cheira cocaína”. Por que, então, o filme não mostra a cena de alguma festa de executivos ou de políticos do alto escalão com a cocaína rolando solta? Essa cena é realidade cotidiana em nossa sociedade tanto quanto a de estudantes fumando seu baseado. Mas, será que o filme quer atingir os executivos e os políticos ao tratar da questão dos usuários de drogas ilegais? Será que queria mostrar cenas de policiais batendo na cara de “executivos que cheiram cocaína”? (até porque eles movimentam muito mais dinheiro dentro do tráfico de drogas do que os “estudantes que fumam baseado”) Acho que não. A idéia do filme, a visão do militar que é narrador e protagonista, objetiva atingir o papel do estudante em nossa sociedade para que o jovem que assista ao filme, cheio de ânsias de mudar o mundo, deseje para o seu futuro ser um soldado e não um estudante.
Cabe a questão: o que queremos que o Estado proporcione para os jovens de nossa sociedade: escola ou guerra? Jovem, você quer ser estudante ou soldado? Cuidado para não cair na armadilha de um filme bom, bem feito, cheio de efeitos especiais, trilha sonora impecável, impressionante, não há como negar, mas ditado por um policial militar. Há uma série de inversões que o filme faz que é importante perceber.
A primeira é que o BOPE é colocado como algo que combate o “sistema”, porque o protagonista usa essa palavra ao se referir ao esquema de corrupção da polícia. Mas, isso é um jogo de palavras. O BOPE serve ao Governo, obedece ordens do sistema político-econômico-ideológico vigente, faz parte do sistema e reprime quem for contra ele. Ele não tem nada de “fora do sistema”.
Tem uma cena em que o protagonista esfrega a cara de um “estudante” no sangue de um garoto que o BOPE acaba de fuzilar e o obriga a dizer que quem matou aquela pessoa foi ele – estudante. Nada mais alucinante. Uma fuga completa da realidade para criar um bode expiatório para as atrocidades da Polícia Militar. Quem matou aquele garoto foi a Polícia. E a Polícia fez isso cumprindo ordens do Estado e não dos estudantes.
O filme mostra estudantes trabalhando numa ONG. Numa das cenas eles estão fumando baseado na sede da ONG, noutra eles estão transando. Não é assim! Isso é distorção do jeito descontraído do jovem ser. Os estudantes que trabalham em ONGs, muitos de forma voluntária, dedicam suas vidas a isso, procurando cobrir um buraco que o Estado não atende, de forma séria, corajosa e sincera. O filme banaliza esse trabalho, diz que só estudante rico é que se preocupa com pobre, que fazem isso para aliviar suas consciências. Isso é transferência do protagonista, quem precisa muito aliviar a própria consciência é ele que assassina essas pessoas cotidianamente. Os estudantes buscam mudar a vida dessas pessoas, para que elas tenham outras opções que não a de se associarem ao tráfico de drogas para sobreviver.
Nessa linha de raciocínio o protagonista também fala, em determinado momento do filme, que somente rico participa de passeata pela Paz. Outra distorção. Quem participa de passeata pela Paz é a população que não pactua com a violência da guerra urbana. Rico paga segurança privada e não participa de passeata nenhuma.
O personagem policial e estudante de direito, ao longo do filme vai se tornando cada vez mais policial e cada vez menos estudante. Acaba sendo aprovado como “verdadeiro policial”, capaz de substituir seu comandante, quando agride um estudante no meio de uma passeata pela Paz, empurra a garota que ele ama, grita com ela, chama de vagabunda. Aí está o “verdadeiro policial”, apontado pelo protagonista que também se permite gritar estupidamente com a própria mulher, mesmo ela estando grávida do filho deles.
O processo de militarização, de insensibilização, de controle do corpo e da mente que cria autômatos para obedecer cegamente ordens superiores, é mostrado como um processo de crescimento e superação pessoal, com exclusão dos fracos, corruptos e covardes. “Missão dada é missão cumprida” também é o que havia na cabeça dos soldados que soltaram as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
No filme, a polícia só consegue justificar a violência contra os estudantes porque os coloca como bode expiatório do problema do tráfico de drogas em nossa sociedade.
No auge do filme, o capitão manda a tropa lhe trazer um garoto para ser torturado dizendo: “me trás o estudante”. Primeiro eles chutam em bando o tal “estudante” indefeso no chão. Em seguida o protagonista do filme lhe bate bastante no rosto (que é o que ele mais faz durante todo filme – bater na cara de pessoas que não podem revidar), depois lhe sufoca com um saco e finalmente ameaça de lhe enfiar um cabo de vassoura no cu. Representa bem as fantasias sádicas dos militares.
Tais situações só são possíveis quando são vários policiais covardes contra um “estudante” contido. Porque quando são estudantes se mobilizando aos milhares, mudando a história do seu país, fazendo passeatas e manifestações contra a incompetência, a corrupção e o autoritarismo dos governos, verdadeiros motivos pelos quais morrem as crianças das favelas do Brasil e do mundo inteiro, os policiais não podem fazer muita coisa para detê-los.
Meu comentário após ler o post: De forma geral, o filme.. não subiu. [risos]
Aproveito o post do Nemo, pra replicar o texto de Fábio Veronesi, que circulou por uma das listas que participo, numa verão inicial e depois foi reescrito pelo próprio Fábio, tendo o texto final a cara de uma Tese sobre o assunto. Acho a discussão absurdamente pertinente, e interessante, além de bastante importante para quem quer viver numa cidade melhor e fazer algo pra que isso aconteça.
Quero que fique claro, que eu não sou o autor do texto abaixo. Caso queiram entrar em contato com o Autor, dixe comentários com contato, que repasso em pvt.
TESE - TROPA DE ELITE DOS ESTUDANTES
- atacar as verdadeiras causas do problema do tráfico de drogas em nossa sociedade
Fabio Veronesi
Há muito tempo que a polícia militar ataca os estudantes. No Brasil e em todos os países do mundo onde há estudantes e há militares, os militares agridem, perseguem, torturam e matam os estudantes. Não é à toa. É famosa a cena onde se vê que um estudante sozinho, desarmado, parou uma fileira de tanques em plena praça pública, e isso não era um filme. Quando o Brasil era Colônia, os primeiros inconfidentes foram os estudantes. Quando o Brasil era um país escravocrata, os primeiros abolicionistas foram os estudantes. Quando o Brasil era uma monarquia, os primeiros republicanos foram os estudantes. Foram os estudantes que mais lutaram contra o regime de ditadura militar que tomou o poder no golpe de 1964. Eram estudantes os que pintaram as caras e saíram às ruas no impechment do presidente Collor. São estudantes que seguram os aumentos abusivos do preço das passagens de ônibus urbanos no Brasil inteiro, através do Movimento Passe Livre. São estudantes os monges de Mianmar que chamam a atenção do mundo para as atrocidades do regime de ditadura de seu país. Noticiou hoje, 23 de outubro de 2007, estudantes apanham da polícia militar nas ruas de Caracas por manifestarem-se contra a mudança das leis eleitorais que dariam ao presidente Hugo Chaves o direito de permanecer por doze anos no cargo, ou seja, está querendo se perpetuar no poder, se tornar ditador e os primeiros a protestar são os estudantes.
Estudante realmente é perigoso para o sistema. Estudante não se conforma e não apóia o autoritarismo, a pobreza, a fome, a miséria, a falta de educação e não só luta e se manifesta contra os governos que não atendem as necessidades das populações mais carentes, como ainda, inconformado organiza-se e tenta fazer por si só o que o Estado não faz. Os estudantes estão envolvidos em todos os movimentos sociais, manifestações e passeatas que lutam contra as atrocidades de nossos sistemas políticos. E, nesse papel, eles diversas vezes entraram em confronto com as polícias militares.
Estudante, no filme “Tropa de Elite”, é apresentado como alguém desconectado da realidade que merece apanhar da polícia porque fuma baseado, “e muitas crianças tem que morrer para cada baseado que ele fuma”. Esse é o principal argumento, várias vezes repetido ao longo do filme, que justifica como a polícia age com os estudantes.
Para não cair na armadilha ideológica por trás dessa distorção da realidade é preciso enxergar o fato de que as crianças das favelas morrem porque o Estado não lhes dá apoio, educação, possibilidade de emprego decente e de inserção social. Por isso que elas se marginalizam.
Se todas as pessoas que fumam baseado pararem de fumar, as crianças dos morros do Rio de Janeiro vão continuar apanhando e sendo mortas de forma violenta pela Polícia, porque vão precisar fazer assaltos, seqüestros, pirataria e outros crimes para sobreviver.
Se realmente queremos resolver o problema do tráfico de drogas em nossa sociedade precisamos focalizar a questão sobre dois pontos: a necessidade que os humanos tem de fazer uso das drogas e o motivo para proibição do Estado do uso de algumas delas.
O protagonista do filme passa o dia batendo, torturando e matando traficantes e usuários do que ele chama de “drogas”, e chega em casa, abre o armarinho do seu banheiro e toma comprimidos psicotrópicos para diminuir sua ansiedade.
Por um lado é preciso se falar abertamente e sem hipocrisia sobre o uso cotidiano que praticamente todas as pessoas da nossa sociedade fazem de algum tipo de droga, legal ou ilegalmente vendida, para superar os estresses e as dificuldades, o tédio e a depressão, de viver em nossas sociedades.
A experiência de alteração na percepção normal da realidade é naturalmente buscada por todos humanos. Toda criança brinca de girar sobre si mesma para ficar tonta de propósito, alterar temporariamente seu estado de equilíbrio, sua visão, sua percepção corporal e a forma de seus sentidos captarem as informações ao seu redor. Essa experiência ajuda a criança a compreender sua percepção do mundo e entender a si mesma como ser diferenciado.
Utilizamos drogas movidos pela curiosidade e coragem inerentes ao ser humano. Esse hábito humano é ancestral, se iniciou quando passamos a ser onívoros, ou seja, comermos de tudo: carne, ovos, peixe, vegetais, frutas, cogumelos, ... se ampliou quando controlamos o fogo e queimamos ervas. Nós – os humanos - consumimos drogas, das mais diversas formas – bebendo, comendo, fumando, cheirando, em rituais que fazem parte de nosso cotidiano de hoje, assim como estiveram presentes na história de todas as culturas e sociedades humanas espalhadas pelo mundo. Esse hábito nos ajudou a desenvolver a capacidade humana de sair da realidade objetiva das coisas que acontecem no mundo e refletir sobre elas, ou seja, a capacidade de pensar.
Agora, é preciso analisar quem é que se beneficia em transformar esse hábito humano ancestral de consumir drogas em um ato criminoso? Quem é que ganha com o fato de algumas drogas terem sua venda e consumo ilegalizado? Qual a lógica que transforma o ato de consumir drogas em um crime? Se uma pessoa mata outra, fica claro o mal que um cidadão fez ao outro e o motivo de isso ser um crime. Mesma coisa no caso do ato de roubar, enganar, violentar, etc. Mas, quem se droga só prejudica a si mesmo. Por que isso deve ser um crime?
Enquanto cidadãos, devemos nos perguntar: diante de tudo o que nossa sociedade perde com a guerra do tráfico, o que ganhamos com a ilegalidade do consumo de algumas drogas? Evitamos, ao menos, que as pessoas se tornem viciadas? - Não, a ilegalidade não evita que haja cada vez mais usuários da droga que é ilegalizada. Ao contrário. Legalizar drogas ilegais não ocasiona, em longo prazo, aumento de seu consumo e nem do número de pessoas que as consomem. Isso não é uma cogitação, basta ver o que aconteceu com o cigarro. Até a primeira metade do século passado, o cigarro, apesar de vendido legalmente, era moralmente proibido. Mulheres não fumavam em público. Filhos não fumavam na frente dos pais e outros moralismos estavam associados ao consumo do cigarro. Na segunda metade do século, o consumo de cigarro passou por um crescente processo de liberalização, até que seu consumo passou a ser permitido em qualquer lugar. Não só permitido como incentivado pela mídia. O resultado que vemos no início deste século é que, naturalmente, a quantidade percentual de fumantes vem diminuindo. O resultado da liberação do uso de cigarro ocasionou maior consciência da população sobre essa droga, muitos fumantes pararam de fumar, os que fumam passaram a aceitar a restrição do consumo em ambientes destinados a fumantes. A consciência sobre usar ou não drogas, quais tipos de droga usar e de quando usa-las, só pode acontecer de dentro para fora da pessoa. Não adianta impor, por força da lei, que as pessoas adquiram consciência. O número de viciados em cigarro vem diminuindo porque as pessoas podem fumar cigarros livremente, falar sobre isso com outras pessoas, discutir abertamente os males que o cigarro ocasiona, bem como dar assistência aos que ainda são viciados nela. Se queremos realmente diminuir o numero de viciados e dependentes em nossa sociedade, o único caminho é o de maior consciência sobre as drogas, os motivos que temos para usa-las e do perigo que toda droga tem de tornar-se vício e compulsão. A ilegalidade só dificulta o processo de desenvolvimento dessa consciência.
Então, quem ganha com o fato de proibirmos uns aos outros o consumo de certas drogas? Essa é a discussão ao se pensar nas crianças que morrem nas favelas. O que ganhamos e o quanto perdemos com a violência da guerra urbana do tráfico? Ou ainda, quem é que, afinal de contas, ganha alguma coisa com essa guerra em que todos perdemos?
A resposta surge clara: são os interesses das empresas que vendem armamentos e enriquecem com as guerras, que mantém o tráfico em todo o mundo, não só no Brasil. As indústrias de armas movimentam mais dinheiro do que as indústrias automobilísticas e influenciam as decisões dos governos de todo o mundo. Manter a ilegalidade de certas drogas é a forma de manter a guerra urbana em países que não estão em guerra com outros países. O “carro-chefe” dessa política são os Estados Unidos. Eles pregam o discurso anti-drogas por um lado e o discurso militarista de outro. Os seriados de tv estadunidenses do século passado já falavam de policiais heróis matando traficantes, de treinamento militar, de guerra, de esquadrões de elite e toda propaganda de louvor ao militarismo. Os Estados Unidos enriqueceram vendendo armas para abastecer as guerras mundiais.
Os únicos que ganham com o tráfico são os que ganham com a guerra.
O que nós, cidadãos, ganhamos fazendo guerra entre nós, nos matando uns aos outros, gastando o dinheiro dos nossos impostos com armas e não com escolas? E quais são os motivos que justificam tais irracionalidades?
Exemplos históricos mostram como rapidamente se acaba a guerra do tráfico com a legalização da droga traficada. Al Capone – o maior gangster de todos os tempos - era traficante de bebida alcoólica. Muita bala foi disparada, centenas de pessoas foram mortas na guerra entre policiais e gangsters, porque o governo do Estados Unidos manteve ilegalizado a venda e o consumo de bebidas alcoólicas por mais de trinta anos de sua história. Tomar uma cervejinha no fim do expediente era coisa de “usuário”. A “Tropa de Elite” daquela época ficou conhecida como “Os Intocáveis” – policiais acima do esquema de corrupção que girava em torno do tráfico de bebidas.
A legalização da venda e do consumo de bebidas alcoólicas fez ampliar na sociedade como um todo a discussão sobre os efeitos, os malefícios e as restrições ao consumo de álcool, bem como o apoio às pessoas viciadas e dependentes dessa droga. Ao invés do governo gastar enormes recursos com a compra de armas para guerra do tráfico, os nossos impostos são gastos em nosso próprio benefício com campanhas sobre o consumo consciente de álcool, a não associação de direção e álcool, etc. Dá para imaginar, hoje em dia, o absurdo que seria colocar nossa polícia para bater, prender e matar fabricantes, vendedores e consumidores de bebidas alcoólicas, criando uma guerra urbana baseada na proibição das pessoas tomarem sua cerveja, pinga, conhaque, uísque ou que bebida for? Qual seria o objetivo de tal irracionalidade? Não vejo outro senão o de fazer guerra em si, gerar violência, vender armas.
Da mesma forma, se as drogas ilegais fossem legalizadas hoje, toda violência associada ao tráfico cessaria amanhã. Essa guerra perderia o sentido. Criariam-se fazendas, fábricas e comércios com geração de empregos oficiais e pagamento de impostos, como se vê com relação ao tabaco, às bebidas alcoólicas, aos anti-depressivos e estimulantes vendidos em farmácias aos milhares.
O açúcar branco, consumido no mundo inteiro, é também uma droga. Ele é extraído da garapa da cana pelo mesmo processo que a cocaína é extraída da pasta de coca. Grande parte da nossa população é viciada em açúcar branco o que ocasiona altos índices de pessoas da população com diabete e excesso de peso. No séc. XV, quando o açúcar branco surgiu como novo produto e rapidamente passou a ser consumido em toda Europa, o ministério da saúde britânico constatou através de estatísticas o impressionante aumento do número de pessoas doentes associado à recente onda de consumo do açúcar branco e indicou ao governo que o consumo do mesmo deveria ser restrito por questões de saúde pública porque ele comprovadamente diminuía a capacidade do sistema imunológico das pessoas que o consumiam diariamente. A escravidão de milhões de africanos e indígenas para o trabalho nas plantações de cana nas colônias européias, se fez para alimentar o consumo compulsivo dessa droga. Os cristais de açúcar branco concentram grande quantidade de energia e, apesar de todo prazer envolvido no seu consumo, cada vez que o ingerimos, jogamos uma “bomba glicêmica” no nosso sangue, bem superior à capacidade de processamento natural do organismo. Não há como processar tanta energia em pouco tempo. O resultado é que adultos estocam cada vez mais energia em forma de gordura e as crianças, viciadas desde cedo, apresentam comportamentos de hiperatividade constante. Hoje, há um número crescente de crianças que são taxadas como “hiper-ativas” e obrigadas a se “tratarem” com uso de drogas psicotrópicas como a Ritalina. A maioria dos jovens que ocasionaram os massacres ocorridos nas escolas dos Estados Unidos tomava Ritalina, prescrita por médicos psiquiatras para o tratamento de transtorno de hiperatividade. Os Estados Unidos, maiores consumidores de açúcar do mundo, detêm o recorde mundial de crianças e jovens diagnosticados como “hiper-ativos” e de crianças, jovens e adultos com excesso de peso e obesidade mórbida em sua população.
Mesmo com tudo isso, há sentido em proibir o consumo de açúcar branco, transformando as fábricas, os vendedores e os consumidores de balas, sorvetes e chocolates em criminosos? Melhor e mais eficaz é ampliarmos a discussão sobre o uso excessivo e cotidiano de açúcar branco.
Além de todas essas questões sobre a ilegalidade ou legalidade da venda e do consumo de drogas em nossa sociedade e do uso consciente ou compulsivo que fazemos delas, o fato de afirmar, como o filme faz, que “estudante é aquele que fuma baseado” é um grande clichê, um preconceito, uma forma rasa de ver as coisas. É a mesma coisa que dizer que “alto executivo é aquele que cheira cocaína”. Por que, então, o filme não mostra a cena de alguma festa de executivos ou de políticos do alto escalão com a cocaína rolando solta? Essa cena é realidade cotidiana em nossa sociedade tanto quanto a de estudantes fumando seu baseado. Mas, será que o filme quer atingir os executivos e os políticos ao tratar da questão dos usuários de drogas ilegais? Será que queria mostrar cenas de policiais batendo na cara de “executivos que cheiram cocaína”? (até porque eles movimentam muito mais dinheiro dentro do tráfico de drogas do que os “estudantes que fumam baseado”) Acho que não. A idéia do filme, a visão do militar que é narrador e protagonista, objetiva atingir o papel do estudante em nossa sociedade para que o jovem que assista ao filme, cheio de ânsias de mudar o mundo, deseje para o seu futuro ser um soldado e não um estudante.
Cabe a questão: o que queremos que o Estado proporcione para os jovens de nossa sociedade: escola ou guerra? Jovem, você quer ser estudante ou soldado? Cuidado para não cair na armadilha de um filme bom, bem feito, cheio de efeitos especiais, trilha sonora impecável, impressionante, não há como negar, mas ditado por um policial militar. Há uma série de inversões que o filme faz que é importante perceber.
A primeira é que o BOPE é colocado como algo que combate o “sistema”, porque o protagonista usa essa palavra ao se referir ao esquema de corrupção da polícia. Mas, isso é um jogo de palavras. O BOPE serve ao Governo, obedece ordens do sistema político-econômico-ideológico vigente, faz parte do sistema e reprime quem for contra ele. Ele não tem nada de “fora do sistema”.
Tem uma cena em que o protagonista esfrega a cara de um “estudante” no sangue de um garoto que o BOPE acaba de fuzilar e o obriga a dizer que quem matou aquela pessoa foi ele – estudante. Nada mais alucinante. Uma fuga completa da realidade para criar um bode expiatório para as atrocidades da Polícia Militar. Quem matou aquele garoto foi a Polícia. E a Polícia fez isso cumprindo ordens do Estado e não dos estudantes.
O filme mostra estudantes trabalhando numa ONG. Numa das cenas eles estão fumando baseado na sede da ONG, noutra eles estão transando. Não é assim! Isso é distorção do jeito descontraído do jovem ser. Os estudantes que trabalham em ONGs, muitos de forma voluntária, dedicam suas vidas a isso, procurando cobrir um buraco que o Estado não atende, de forma séria, corajosa e sincera. O filme banaliza esse trabalho, diz que só estudante rico é que se preocupa com pobre, que fazem isso para aliviar suas consciências. Isso é transferência do protagonista, quem precisa muito aliviar a própria consciência é ele que assassina essas pessoas cotidianamente. Os estudantes buscam mudar a vida dessas pessoas, para que elas tenham outras opções que não a de se associarem ao tráfico de drogas para sobreviver.
Nessa linha de raciocínio o protagonista também fala, em determinado momento do filme, que somente rico participa de passeata pela Paz. Outra distorção. Quem participa de passeata pela Paz é a população que não pactua com a violência da guerra urbana. Rico paga segurança privada e não participa de passeata nenhuma.
O personagem policial e estudante de direito, ao longo do filme vai se tornando cada vez mais policial e cada vez menos estudante. Acaba sendo aprovado como “verdadeiro policial”, capaz de substituir seu comandante, quando agride um estudante no meio de uma passeata pela Paz, empurra a garota que ele ama, grita com ela, chama de vagabunda. Aí está o “verdadeiro policial”, apontado pelo protagonista que também se permite gritar estupidamente com a própria mulher, mesmo ela estando grávida do filho deles.
O processo de militarização, de insensibilização, de controle do corpo e da mente que cria autômatos para obedecer cegamente ordens superiores, é mostrado como um processo de crescimento e superação pessoal, com exclusão dos fracos, corruptos e covardes. “Missão dada é missão cumprida” também é o que havia na cabeça dos soldados que soltaram as bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki.
No filme, a polícia só consegue justificar a violência contra os estudantes porque os coloca como bode expiatório do problema do tráfico de drogas em nossa sociedade.
No auge do filme, o capitão manda a tropa lhe trazer um garoto para ser torturado dizendo: “me trás o estudante”. Primeiro eles chutam em bando o tal “estudante” indefeso no chão. Em seguida o protagonista do filme lhe bate bastante no rosto (que é o que ele mais faz durante todo filme – bater na cara de pessoas que não podem revidar), depois lhe sufoca com um saco e finalmente ameaça de lhe enfiar um cabo de vassoura no cu. Representa bem as fantasias sádicas dos militares.
Tais situações só são possíveis quando são vários policiais covardes contra um “estudante” contido. Porque quando são estudantes se mobilizando aos milhares, mudando a história do seu país, fazendo passeatas e manifestações contra a incompetência, a corrupção e o autoritarismo dos governos, verdadeiros motivos pelos quais morrem as crianças das favelas do Brasil e do mundo inteiro, os policiais não podem fazer muita coisa para detê-los.
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Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Poste é abalroado na Via Expressa em Floripa.
Sabe quando a mãe pede pra gente tomar cuidado quando sai de casa ????
Pode não ter nada a ver com isso, mas eu digo, tome cuidado, pois você pode estar separado por um canteiro, mas isso não impede que você sofra um acidente com o que mostro a seguir.
Fulano na Via expressa, sentido continente Ilha, perde-se na direção do seu escort , bate no meio fio do canteiro e começa a capotar na direção da pista contrária :
Ah, tinha um poste no meio do caminho, mas... o veículo bate no poste com tanta força que destrói o poste e começa a capotar em direção a pista contrária.
Consegues perceber o que sobrou do veículo que atravessou o canteiro ? O principal de tudo é que o motorista do segundo carro, que nada tinha a ver com a história, até o momento, é totalmente vítima de um embriagado descontrolado, indecente, estúpido, ignorante, arrogante... e tudo o mais que você queira dizer junto comigo. além de péssimo motorista.
Na foto acima, eu mostro o pneu dianteiro esquerdo do primeiro veículo, o causador de tudo isso. Esse pneu ficou com um corte, provavelmente causado pela subida no meio fio do canteiro.
update:
Já que a galera gosta de ver fotos fortes, aí vai uma, do motora do primeiro carro, prontinho pra ser levado pra ambulância. Você é capaz de dizer qual é o carro que dá contornos a foto ?

E pra finalizar, o .. Bombeiro, ou socorrista ???? Prendendo o fulano na maca:

Definitivamente, a estupidez humana não tem limites, muito menos a nossa curiosidade.
O recado está dado; cuidem-se.
update : O Acidente ocorreu por volta das 6:00h do dia 15/11/2007; nenhum morto. Ferido, somente o motorista que atravessou a pista causando o acidente. O Motorista, vítima, do outro veículo teve apenas uma leve luxação num dos pulsos.
Pode não ter nada a ver com isso, mas eu digo, tome cuidado, pois você pode estar separado por um canteiro, mas isso não impede que você sofra um acidente com o que mostro a seguir.
Fulano na Via expressa, sentido continente Ilha, perde-se na direção do seu escort , bate no meio fio do canteiro e começa a capotar na direção da pista contrária :
Ah, tinha um poste no meio do caminho, mas... o veículo bate no poste com tanta força que destrói o poste e começa a capotar em direção a pista contrária.
Consegues perceber o que sobrou do veículo que atravessou o canteiro ? O principal de tudo é que o motorista do segundo carro, que nada tinha a ver com a história, até o momento, é totalmente vítima de um embriagado descontrolado, indecente, estúpido, ignorante, arrogante... e tudo o mais que você queira dizer junto comigo. além de péssimo motorista.
Na foto acima, eu mostro o pneu dianteiro esquerdo do primeiro veículo, o causador de tudo isso. Esse pneu ficou com um corte, provavelmente causado pela subida no meio fio do canteiro.update:
Já que a galera gosta de ver fotos fortes, aí vai uma, do motora do primeiro carro, prontinho pra ser levado pra ambulância. Você é capaz de dizer qual é o carro que dá contornos a foto ?

E pra finalizar, o .. Bombeiro, ou socorrista ???? Prendendo o fulano na maca:

Definitivamente, a estupidez humana não tem limites, muito menos a nossa curiosidade.
O recado está dado; cuidem-se.
update : O Acidente ocorreu por volta das 6:00h do dia 15/11/2007; nenhum morto. Ferido, somente o motorista que atravessou a pista causando o acidente. O Motorista, vítima, do outro veículo teve apenas uma leve luxação num dos pulsos.
Sábado, Novembro 10, 2007
Derrubem as pontes !!!
É isso mesmo, derrubem as pontes. as 3.
Façam túneis pra criar a ligação Ilha-Continente para os carros.
algum comentário?
Façam túneis pra criar a ligação Ilha-Continente para os carros.
algum comentário?
Quarta-feira, Novembro 07, 2007
Sorte ? do orkut.
Há algum tempo eu venho anotando o que o Orkut me apresenta como sendo a sorte do dia, é uma maravilhosa coleção de frases de incentivo e apoio:
Sorte de hoje(7/11/2007): Você é o charme e a cordialidade em pessoa.
Sorte de hoje(8/11/2007): Você será reconhecido e homenageado como líder de uma comunidade.
Sorte de hoje(9/11/2007): Seu sorriso singelo será sua salvaguarda garantida.
Sorte de hoje(14/11/2007): Simplicidade de caráter é o resultado natural da reflexão profunda.
Sorte de hoje(15/11/2007): Há uma carta ou mensagem alegre chegando para você.
Sorte de hoje(16/11/2007): Você terá uma velhice muito confortável.
Sorte de hoje(18/11/2007): A felicidade está no horizonte da sua vida.
Sorte de hoje(19/11/2007): Você nunca vacila ao enfrentar os problemas mais difíceis.
Sorte de hoje(02/12/2007): Você tem um equipamento incomum para o sucesso, use-o corretamente.
Sorte de hoje(10/12/2007): Você é o centro das atenções de todos os grupos.
Sorte de hoje(12/12/2007): Você é generoso, hospitaleiro, alegre e querido
Tá; chega.
Sorte de hoje(7/11/2007): Você é o charme e a cordialidade em pessoa.
Sorte de hoje(8/11/2007): Você será reconhecido e homenageado como líder de uma comunidade.
Sorte de hoje(9/11/2007): Seu sorriso singelo será sua salvaguarda garantida.
Sorte de hoje(14/11/2007): Simplicidade de caráter é o resultado natural da reflexão profunda.
Sorte de hoje(15/11/2007): Há uma carta ou mensagem alegre chegando para você.
Sorte de hoje(16/11/2007): Você terá uma velhice muito confortável.
Sorte de hoje(18/11/2007): A felicidade está no horizonte da sua vida.
Sorte de hoje(19/11/2007): Você nunca vacila ao enfrentar os problemas mais difíceis.
Sorte de hoje(02/12/2007): Você tem um equipamento incomum para o sucesso, use-o corretamente.
Sorte de hoje(10/12/2007): Você é o centro das atenções de todos os grupos.
Sorte de hoje(12/12/2007): Você é generoso, hospitaleiro, alegre e querido
Tá; chega.
Segunda-feira, Novembro 05, 2007
Israel é o 101º País.
Segue comunicado do Cicloturista Daisuke:
[abre aspas]
Oi amigos! Tudo bem?
Eu cheguei em Jerusalem. Israel é o 101º país que eu visito. É uma cidade histórica, com muitas coisas interessantes para ver...e boa comida. É um país "seguro", mas vejo muitos soldados e policia, em todo lugar. Tanto Judeus como Árabes são amigáveis com estrangeiros. Colocarei fotos e mais histórias no meu website: www.daisukebike.be na sessão REPORTAGENS.
Eu irei para a Jordânia, Egito, Sudão e Etiópia, depois de Israel.
Se voces tiverem alguma informação ou experiências desses lugares, por favor, contem-me.
Neste momento, em Jerusalém, Israel: 119.500km
Daisuke
[fecha aspas]
[abre aspas]
Oi amigos! Tudo bem?
Eu cheguei em Jerusalem. Israel é o 101º país que eu visito. É uma cidade histórica, com muitas coisas interessantes para ver...e boa comida. É um país "seguro", mas vejo muitos soldados e policia, em todo lugar. Tanto Judeus como Árabes são amigáveis com estrangeiros. Colocarei fotos e mais histórias no meu website: www.daisukebike.be na sessão REPORTAGENS.
Eu irei para a Jordânia, Egito, Sudão e Etiópia, depois de Israel.
Se voces tiverem alguma informação ou experiências desses lugares, por favor, contem-me.
Neste momento, em Jerusalém, Israel: 119.500km
Daisuke
[fecha aspas]
Domingo, Novembro 04, 2007
Gremistas ficam sem entender o que aconteceu.
No Olímpico, Figueira bate Grêmio por 2x1;
Melhor que isso, só a imagem que chegou por e-mail:

Gremistas completamente atônitos.
update: Seria a moça de blusa preta, uma Alvinegra infiltrada? ; é a única que parece estar com um leve sorriso!
E acabo de receber uma outra imagem quase tão boa quanto a primeira:

E com o pedido: reparem os torcedores na arquibancada.
É claro que eu não vi o jogo, afinal, as vezes eu tenho coisas mais importantes pra fazer da vida. oras.
É claro que eu não tenho nada contra o Grêmio.
update: O Zé é foda;
Melhor que isso, só a imagem que chegou por e-mail:

Gremistas completamente atônitos.
update: Seria a moça de blusa preta, uma Alvinegra infiltrada? ; é a única que parece estar com um leve sorriso!
E acabo de receber uma outra imagem quase tão boa quanto a primeira:
E com o pedido: reparem os torcedores na arquibancada.
É claro que eu não vi o jogo, afinal, as vezes eu tenho coisas mais importantes pra fazer da vida. oras.
É claro que eu não tenho nada contra o Grêmio.
update: O Zé é foda;
Sexta-feira, Novembro 02, 2007
0,039 KWh ?
Olhem que interessante a economia e a minha pequena parcela de contribuição para o não aquecimento global, dada em menos de 6 horas de monitoração e adaptação do uso do computador. [vide imagem ao lado]
= = mudando de assunto;
Andei baixando algumas músicas, e achei um arquivo fechado com os tops indies de 2006:
1. Arctic Monkeys - I bet You Look Good On The Dancefloor (2006) (2:50)
2. Arctic Monkeys - Mardy Bum (2006) (2:53)
3. Arctic Monkeys - Scummy (2006) (3:24)
4. Boy Kill Boy - Civil Sin (2006) (3:35)
5. Diving With Andy - Wishing I could taste him (2006) (2:54)
6. Elefant - Lolita (2006) (3:30)
7. Infadels - Love Like Semtex (2006) (3:43)
8. Morningwood - Nth Degree (2006) (3:55)
9. Orson - No Tomorrow (2006) (2:52)
10. Placebo - Song To Say Goodbye (2006) (3:36)
11. She Wants Revenge - These Things (2006) (5:12)
12. Stabilo - Flawed Design (2006) (3:48)
13. Stellastarr - Sweet Troubled Soul (2006) (4:08)
14. The Infadels - Can't Get Enough (2006) (6:11)
15. The Kooks - If Only (2006) (2:01)
16. The Kooks - Ooh La (2006) (3:30)
17. The National - Lit Up (2006) (2:55)
18. The Strokes - Razorblade (2006) (3:31)
19. Yeah Yeah Yeahs - Gold Lion (2006) (3:09)
:P
Interessante, músicas novas para os meus ouvidos, por vezes canso de escutar a mesma coisa.

= = mudando de assunto;
Andei baixando algumas músicas, e achei um arquivo fechado com os tops indies de 2006:
1. Arctic Monkeys - I bet You Look Good On The Dancefloor (2006) (2:50)
2. Arctic Monkeys - Mardy Bum (2006) (2:53)
3. Arctic Monkeys - Scummy (2006) (3:24)
4. Boy Kill Boy - Civil Sin (2006) (3:35)
5. Diving With Andy - Wishing I could taste him (2006) (2:54)
6. Elefant - Lolita (2006) (3:30)
7. Infadels - Love Like Semtex (2006) (3:43)
8. Morningwood - Nth Degree (2006) (3:55)
9. Orson - No Tomorrow (2006) (2:52)
10. Placebo - Song To Say Goodbye (2006) (3:36)
11. She Wants Revenge - These Things (2006) (5:12)
12. Stabilo - Flawed Design (2006) (3:48)
13. Stellastarr - Sweet Troubled Soul (2006) (4:08)
14. The Infadels - Can't Get Enough (2006) (6:11)
15. The Kooks - If Only (2006) (2:01)
16. The Kooks - Ooh La (2006) (3:30)
17. The National - Lit Up (2006) (2:55)
18. The Strokes - Razorblade (2006) (3:31)
19. Yeah Yeah Yeahs - Gold Lion (2006) (3:09)
:P
Interessante, músicas novas para os meus ouvidos, por vezes canso de escutar a mesma coisa.
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Onde você quer ver seus mapas ?
Agora no mês de outubro a Navteq foi comprada pela Nokia.
Navteq é uma empresa que produz essencialmente a base cartográfica para aparelhos como celulares e GPS´s. O que a Nokia quer com isso? ...garantir a possibilidade de ter mapas em seus dispositivos móveis e ganhar liderança no mercado de geolocalização através de aparelhos telefônicos e seus serviços. Simples não ?
A questão é que a GARMIN, minha empresa favorita no que se refere a GPS, parece que está sendo alvo da Microsoft... E como se fosse pouco, a GARMIN também utiliza produtos da Navteq... vejam o que recebi no e-mail:
O melhor foram as respostas dadas pelos colegas de lista:
01- Tomara que não.
02- Será que vai começar a aparecer uma tela azul dizendo: O módulo xkl234db executou uma função inválida em 32ac-d34a-25ba e será fechado. inicialize seu GPS novamente e se o problema continuar envie um relatório.
O que vai dar de GPS grudado na parede meu chapa?!!!!!...
03-GPF no GPS.
04-kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
e para formatar?
aperte seta para cima, seta para baixo, botao de intencidade de luz, e o botao reset atras do aparelho e eaguarde um sinal sonoro sera emitido, apos isso conect o gps na base e baixe o windows ce gps 3 com service pack 54
Eu não quero nem pensar o dia que tiver-mos que resetar nossos GPS´s ou então lidar com tela azul neles...
Navteq é uma empresa que produz essencialmente a base cartográfica para aparelhos como celulares e GPS´s. O que a Nokia quer com isso? ...garantir a possibilidade de ter mapas em seus dispositivos móveis e ganhar liderança no mercado de geolocalização através de aparelhos telefônicos e seus serviços. Simples não ?
A questão é que a GARMIN, minha empresa favorita no que se refere a GPS, parece que está sendo alvo da Microsoft... E como se fosse pouco, a GARMIN também utiliza produtos da Navteq... vejam o que recebi no e-mail:
Será que ela paga os 24BI que a Garmin vale? Lembrem-se que a
Garmin é essencialmente uma empresa de software. Leiam mais em
http://informationweek.com/blog/main/archives/2007/10/microsoft_eyein.html
O melhor foram as respostas dadas pelos colegas de lista:
01- Tomara que não.
02- Será que vai começar a aparecer uma tela azul dizendo: O módulo xkl234db executou uma função inválida em 32ac-d34a-25ba e será fechado. inicialize seu GPS novamente e se o problema continuar envie um relatório.
O que vai dar de GPS grudado na parede meu chapa?!!!!!...
03-GPF no GPS.
04-kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
e para formatar?
aperte seta para cima, seta para baixo, botao de intencidade de luz, e o botao reset atras do aparelho e eaguarde um sinal sonoro sera emitido, apos isso conect o gps na base e baixe o windows ce gps 3 com service pack 54
Eu não quero nem pensar o dia que tiver-mos que resetar nossos GPS´s ou então lidar com tela azul neles...
Quem tem o PC mais quente ??
Eu não sei, mas o meu já ganhou do PC do meu homônimo de Curitiba. :P
121 x 117
Baixe o programa e faça a avaliação.
LocalCooling
Direct donwload:local cooling
121 x 117
Baixe o programa e faça a avaliação.
LocalCooling
Direct donwload:local cooling
O bicho vai pegar !!
Até eu tô ali.. huahuahua.
de saco roxo. :P
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