domingo, setembro 26, 2021

O preço da Liberdade?

 

Falar que o preço da liberdade é a constante vigilância é um clichê extremamente barato, mas nada realista, pois não temos liberdade, esse é o FATO.

Pra começar a conversar, vamos enumerar alguns FATOS;

01- Temos hoje no Brasil inúmeros presos por emitir opinião sobre assuntos considerados por "alguns" intocáveis, ou inquestionáveis por conta da ciência ou por conta de alguns detentores da sabedoria, alguns especialistas que são únicos em dominar tais conhecimentos, encerrando precocemente qualquer possibilidade de discussão em inúmeros assuntos.

02- STF; o nosso Supremo Tribunal Federal é o que é, todos sabem o que estão fazendo e pouquíssimo se sabe sobre as reais intenções, pois tudo é camuflado, nebuloso, pois a agenda defendida é escondida pela grande mídia, pelos conglomerados da informação, pelos operadores das máquinas de notícias e por aqueles que são manipulados pela máquina do sistema.

03- Fé; crença, espiritualidade, religião, o cristianismo tem sido sistematicamente perseguido em vários países ao redor do mundo. Em alguns países é o governo que faz o trabalho, em outros, em nome da ciência, da saúde, de uma guerra sanitária, cultos são proibidos de serem realizados, enquanto festas e bares ou casas noturnas podem ser abertas e lotadas sem o menor questionamento de ninguém. Não há nada de errado em bares e casas noturnas abertas, o que está errado é a perseguição aos que buscam na fé, na religião, algum aporte ou paz nesses tempos.

Eu não quero me estender no assunto, mas podemos facilmente identificar algumas coisas que precisam ser rapidamente reestabelecidas, pois são sinais claros de um caminho perigoso, que estamos trilhando, com a benção de alguns pastores, inúmeros sábios, e uma gigantesca quantidade de burocratas.

Em várias nações, o povo está se rebelando contra os passos que esse caminho está tentando nos forçar a dar, como o passaporte sanitário. Deixamos a linguagem neutra se permear, o cientistas virarem deuses, a ideologia de gênero praticamente dominar as escolas, o ativismo de minorias tomar conta de todo o sistema judiciário, deixamos muitos setores da estrutura do estado serem sequestrados por aqueles que querem implantar um controle total sobre as sociedades chegarem aonde chegaram, hoje estamos no meio do caminho.

Estamos vivendo o MEIO DO CAMINHO para sociedades totalitárias.

Essa é a realidade.

Ao mesmo tempo que temos que PARAR UMA ESTRUTURA gigantesca que tenta dominar tudo e todos;

precisamos reconstruir as bases daquilo que presta, daquilo que é certo, justo.

Temos muito trabalho;

Estamos mal começando.


domingo, setembro 19, 2021

Paulo Freire é uma FRAUDE!

 QUATRO PILARES DEVASTADORES DE PAULO FREIRE (1921-1997) PARA A EDUCAÇÃO

Link original:  https://www.facebook.com/permalink.php?story_fbid=2090148164427901&id=100002982138973

Após conversar com Thomas Giulliano e Bráulio Porto de Matos (e relembrar o que fui obrigado a ler para tirar ótimas notas com minhas professoras pedagogas), resumi os quatro pilares paulofreirianos que devastaram nossa Educação:

1. “Ensinar não é transferir conhecimento”: ênfase da emotividade no processo de ensino e aprendizagem em detrimento do conteúdo (Pedagogia da Autonomia);

2. Politização da alfabetização, com escolhas de “palavras-geradoras” – por exemplo, favela, patrão, enxada, latifúndio, lucro – para favorecer a conscientização da relação opressora capitalista (Educação como prática da liberdade);

3. Quebra da hierarquia no processo educativo: “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a si mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo”. Professores e alunos são iguais (Pedagogia do Oprimido);

4. O professor não pode impor sua “cultura classista” aos alunos: a escola tem que estar aberta para incorporar os “saberes populares”, pois todas as culturas são igualmente válidas (Pedagogia do Oprimido).

Bibliografia

GIULLIANO, Thomas. (org.). Desconstruindo Paulo Freire. Editora História Expressa.
GIULLIANO, Thomas. Desconstruindo ainda mais Paulo Freire. Editora História Expressa
ROCHA, Ronai. Quando ninguém educa. Questionando Paulo Freire. São Paulo: Editora Contexto, 2017.
STERN, Sol. “Pedagogy of the Oppressor”. In: https://www.city-journal.org/.../pedagogy-oppressor-13168...

comentário;   E a negação da  neutralidade, Ricardo da Costa, não seria o quinto pilar? Ao negar a possibilidade da neutralidade nas ciências humanas, ele confundia (e seus seguidores também confundem) o plano do ser com o do dever ser, desobrigando o professor do dever ético e jurídico de perseguir o ideal da objetividade e da imparcialidade. Como se tentasse justificar o roubo pela existência da cobiça.

comentário;  A influência do Paulo Freire é proporcional à sua falta de preparo intelectual e dos seus admiradores. É surpreendente que esse cara seja levado a serio: a) Ele escreve muito mal; b) Ele não consegue definir os conceitos que usa de forma consistente; c) Porisso seus textos são auto-contraditórios; d) Dá pra desconfiar que essas inconsistências sejam intencionais, com o intuito de iludir o leitor; e) Caso não sejam intencionais é pior ainda, só reflete sua falta de preparo intelectual; f) A ignorância de Paulo Freire era uma coisa avassaladora. De psicologia, p. ex., ele não conhecia nada. A influência desse cara é o retrato da miséria brasileira. Literalmente. Para quem duvidar: Escolha um trecho qualquer do Paulo Freire e vamos analisar. O negócio não se sustenta.

sábado, setembro 18, 2021

Escola Sem Partido

Texto de Miguel Nagib; Coberto de razão.

“Se o professor quer falar que o PT é legal, o aluno pode falar o contrário sem ser perseguido.” Jair Bolsonaro, 18/12/2019

Ou seja: desde que o aluno possa retrucar, a politicagem tá liberada.
Há tanta estupidez concentrada nessa frase, que é até difícil saber por onde começar.
Primeiro: professor não pode falar que “PT é legal” nem que “PT não é legal”. Bolsonaro disse isso com base na cascata olavista da tal "Escola com Todos os Partidos". Ao pronunciar essa boçalidade, o mito legitimava retroativamente nada menos que meio século de sequestro da educação pela esquerda.
Segundo: como já observei, só a esquerda está em condições reais de exercer esse suposto direito dentro das escolas e universidades. Se os escassos e solitários professores de direita tentarem fazer o mesmo serão esmagados como piolhos.
Terceiro: aluno não tem de retrucar coisa nenhuma. Retrucar é fazer o jogo do militante picareta disfarçado de professor. Retrucar é ajudar a esquerda a transformar a escola em casa da mãe Joana. O que o aluno tem de fazer é gravar e denunciar a ilegalidade praticada.
Quarto: o aluno não tem repertório, nem discurso, nem autoridade, nem segurança para enfrentar o professor de igual para igual.
Quinto: supor que o aluno que contraria o professor militante não sofrerá nenhum tipo de retaliação é desconhecer completamente a dinâmica de poder em uma sala de aula e a infinidade de meios pelos quais um professor pode perseguir um aluno, inclusive c/ a ajuda de outros alunos.
Sexto: o modus operandi do predador ideológico, na esmagadora maioria das vezes, não é a confrontação, mas o aliciamento. A primeira coisa que as vítimas da doutrinação aprendem na escola é o refrão do sindicato: “professor é meu amigo, mexeu com ele mexeu comigo.”
Por fim, quantos alunos têm coragem e segurança p/enfrentar o militante tarimbado, muitos anos mais velho, temido ou idolatrado por toda a turma?
Pois foi por causa dessa ideia imbecil — a tal “Escola com todos os Partidos”— que Bolsonaro, aconselhado por Olavo de Carvalho, jogou o ESP na lata de lixo…